Programa amplia assistência e cresce 81% nos atendimentos clínicos nos primeiros dias de Carnaval
O cuidado com a saúde dos filhos e filhas dos trabalhadores que atuam no Carnaval de Salvador é uma prioridade da gestão municipal. Entre eles estão os ambulantes — profissionais que integram a grande estrutura que sustenta a festa e desempenham papel fundamental na dinâmica econômica e social do evento.
Durante visita à Escola Municipal Hildete Lomanto, no bairro do Garcia, uma das cinco unidades que integram o projeto, o secretário municipal da Saúde, Rodrigo Alves, acompanhou de perto o funcionamento do Salvador Acolhe.
A iniciativa é realizada pela Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ) e conta com a parceria da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), garantindo acolhimento, proteção e assistência integral às crianças e adolescentes enquanto seus responsáveis trabalham nos circuitos da folia.
Nos dois primeiros dias de Carnaval, foram realizados 156 atendimentos clínicos nas unidades do projeto, frente a 86 no mesmo período do ano anterior, um crescimento de 81,39%. O resultado demonstra a ampliação do acesso ao cuidado e a presença ativa das equipes de saúde no território do acolhimento, assegurando atenção imediata às intercorrências e acompanhamento clínico contínuo.
Na área de saúde bucal, o avanço também foi expressivo. Foram contabilizados 322 atendimentos odontológicos e 553 procedimentos, contra 213 atendimentos e 302 procedimentos no ano anterior — um aumento de 51,17% nos atendimentos e 83,11% nos procedimentos realizados.
Os números evidenciam a expansão do cuidado preventivo e clínico, além do fortalecimento da resolutividade dos serviços ofertados no âmbito do projeto.
Durante a visita, o secretário destacou o caráter humanizado da iniciativa. “Quando a cidade cuida dos filhos e filhas de quem trabalha para que essa grande festa aconteça com organização e dignidade, ela cuida do futuro. Nosso papel é garantir que essas crianças estejam seguras, bem assistidas e com acesso à saúde, enquanto suas famílias seguem contribuindo para o Carnaval — prestando serviços, movimentando a economia e garantindo renda para dentro de casa. É presença, é proteção e é cuidado de verdade.”
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